Caminhada de Cássia dos Coqueiros até o Sítio Morada da Serra

Confira o relatório da caminhada que aconteceu no dia 20 de novembro de 2010.

Esta foi mais uma linda região observada pelo grupo “Peregrinosrp”, que, como temos reiteradamente acentuado, tem por objetivo caminhar em locais diferenciados. Fizemos, pela segunda vez, um maravilhoso roteiro no município de Cássia dos Coqueiros – SP, da cidade até a Estância Morada da Serra.  O caminho ofereceu paisagens deslumbrantes. A chuva desses dias restaurou o verde de todas as tonalidades. Além da graciosa praça de Cássia dos Coqueiros – SP , de onde partimos, passamos pela bacia hidrográfica do córrego Boiada, que se derrama na cachoeira do Itambé. Passamos nas imediações da Toca da Onça. Um pouco mais adiante atingimos o Mirante das Areias, ponto de observação da vasta, linda e baixa região da bacia hidrográfica do rio Areias, divisor dos estados de São Paulo e Minas Gerais. Na chegada, nos maravilhamos com a pintura da Estância Morada da Serra e com a formidável hospitalidade dos Cetrulo.

SAÍDA DE RIBEIRÃO PRETO: Deu-se, no sábado – 06 de novembro de 2.010, por volta das 5,15 horas, defronte à UNAERP (avenida Costábile Romano, 2201). Fomos transportados pelo ônibus “Scania-113” – Carroceria “Nielson”, de placas HQG-0075, de Serrana-SP, com 50 assentos, tendo a inscrição lateral “Expresso Estrela”, dirigido pelo proprietário Vianey.

TRAJETO DA VIAGEM: Saindo de Ribeirão Preto, defronte à UNAERP, o ônibus fez o percurso de Ribeirão Preto a Cajuru pela SP-338, em seu trecho “Abrão Assed”. Em seguida, trafegamos em um pequeno trecho da SP-340 (Cajuru-Mococa) e adentramos a rodovia Cajuru-Cássia dos Coqueiros (SP-338, denominada Narciso Ferreira Lopes). O coletivo acessou o centro de Cássia dos Coqueiros, estacionando na Praça da Matriz dedicada à Santa Rita de Cássia.

PARTICIPANTES: Foram 37 (trinta e sete). Dos peregrinosrp (aqueles que já caminharam três ou mais vezes), marcaram a presença, mais uma vez: 1.Octávio Verri Filho; 2.Olga Elisabete Pastori Moreira; 3. José Carlos Moreira, 4. Rovilço Paiva e Silva, 5. Ilda Paiva e Silva, 6. Josefina Cetrulo; 7. Heloísa Zeoti; 8. Sirlei Almeida Alexandre; 9. Antonio Evaldo Alexandre; 10.José Humberto Lopes; 11.Kátia de Souza Amorim; 12.Luciana Maioli Castilho;  13. Ana Elisa Lemos da Silva; 14.Amélia Ângela La Rocca; 15.Gisele Larosa; 16.Ovídio Aparecido Mora; 17. Célia Palma Mora;  18.Juan Stuardo Yazlle Rocha; 19.Ricardo Fagundes Carvalho; 20.Cristiane Mori; 21.Andréa Fuzimoto; 22.Sérgio Aparecido Leoni; 23.José Carlos Brizolla; 24.Katsuo Mizuno, 25. Juvenal Crozariollo., 26. Humberto Augusto Martins Neto, e 27. Emiliana Cetrulo. Já pela vez primeira, como convidados, nos deram a honra da companhia: 28.  Lúcia Maria Santos Tinós e os amigos da Josefina: 29 Rita; 30. Marta; 31. Gol, que são de Mococa; 32.Helena; 33. Tânia, de SP; 34.Carol,  de Salvador-BA, essas três da Comunidade do Caminho de Santiago, do Orkut;  35. Helena Cetrulo Lorenzi; 36. Acacio Luiz Lorenzi e 37. Maria Felicia Cetrulo,  de Ribeirão Preto.

Durante o almoço, tivemos a companhia dos “peregrinosrp” Renato Dionísio, Ademir Martins e Henrique Ravasi, os quais, como excelentes fotógrafos, ali estiveram para obtenção de fotos. Antes de chegarem à Josefina, esses companheiros tiraram fotos de locais de Cássia dos Coqueiros, tal como uma fábrica artesanal de fubá e farinhas. Ainda voltamos a privar com a agradável companhia da Juraci Mitie Utikawa Fava e de seu marido João Fava, de Araraquara.   Também, por mais uma vez, tivemos a companhia de Cláudia Helena Diógenes Yazlle e de seus pequerruchos, que vieram buscar o papai Ricardo e ver o desempenho do vovô Juan.

PERCURSO DA CAMINHADA: Chegamos a Cássia dos Coqueiros por volta das 6,30 horas. A Josefina, a mãe Emilia na, as irmãs Helena e Maria Felícia, o cunhado Acácio, e as demais pessoas convidadas da Jô já nos esperavam na Praça. Após os cumprimentos, nos posicionamos nos degraus da Igreja para as fotos e, em seguida, fizemos a “roda”, tradicionalmente comandada pelo companheiro Juvenal. Após a meditação e cumprimentos, saímos em direção à estrada que demanda à conhecida cachoeira de Itambé. Da praça, desce-se até a garagem da Prefeitura e logo começa uma pequena subida, na estrada precariamente asfaltada, onde à sua margem, fizeram, em marcos de cimento, quadros que representam as 14 estações do Calvário. No alto, está plantada uma cruz, representando o lenho onde foi sacrificado o filho de Deus. E por essa estrada seguimos. Não vimos quase nenhuma plantação de cana-de-açúcar, mas sim áreas remanescentes de cerrado, de pastagens e plantações de café. O lugar é alto, tanto é que, olhando para trás, vê-se a cidade que parece estar num fundo de bacia. Sim, está ela na bacia hidrográfica do rio Cubatão, que nasce na serra de Monte Santo a quase 900 metros de altitude e deságua no rio Pardo, distante cerca de 50 quilômetros de distância a pouco mais de 580 metros de altitude. É um rio de corredeiras e cachoeiras. Passamos, portanto, a caminhar em um espigão e, assim, chegamos à entrada da propriedade onde está a cachoeira de Itambé, que tem 86 metros de queda livre, cujo proprietário Zezé Manço cobra R$ 5,00 para a visita. Ali terminou aquele asfalto “casca de ovo”, em precário estado, com cerca de 4,5 Km. Seguimos em frente e, de imediato, transpusemos a ponte do córrego Lajeadinho, cujas águas formam uma pequena cachoeira logo abaixo da ponte. Mais à frente vencemos a ponte do córrego da boiada, cujas águas se derramam no salto do Itambé, de cerca de 70 metros de altura. E é por essa razão que a região ali se chama Bairro da Boiada. Nesta parte, existe, no lado direito da estrada, uma construção relativamente nova, onde teria sido instalado o “Rancho do Rui” uma tentativa de pousada, que não foi bem sucedida. Já, ali, começamos a subir, vimos capoeiras, a indicar nascentes, barragens, gado apascentando, até que chegamos a um ponto, onde pontifica um coqueiro, que está na cota de 1.100 metros. Um pouco antes desse coqueiro, sob a sombra do ônibus e airados por uma brisa gostosa, tivemos um momento de descanso. Dos 37 que caminhavam, havia uns 15, aos quais as más línguas passaram a denominar “grupo do barranco”, por andar sem pressa, parar para um lanche, para contemplar a paisagem, observar os passarinhos, comer as frutas que encontra pelo caminho, enfim tipicamente com o perfil “deixa a vida nos levar”, sempre com muito humor e alegria. É de se confessar que “encostar em barranco”,  isto aconteceu apenas uma vez,  bem em frente à entrada da “Fazenda Toca da Onça”, onde o grupo não teve dúvida e… encostou no barranco, literalmente.  Claro que o grupo era de retardatários e, como sempre, capitaneados pelo Juvenal, Kátia, Zeca/Olga, Ilda/Rovilço. Estranhamente, de forma não usual, dele passou a fazer parte o Verri, talvez por solidariedade. O Juvenal estava tão empolgado que, já ali no “pic nic” cantou o samba de breque “Bingo”, sorteando a sogra, o cunhado, etc. Por sinal, esse grupo é bem diferente daqueles “apressadinhos” que sequer param para beber água. Não contemplam a paisagem. Não se encantam com o trinar de um pássaro. Um horror! Mas, vamos em frente… A partir da região da “Toca da Onça” a estrada arenosa, sem pó ou movimento, passou a bordejar os limites do espigão, possibilitando uma visão deslumbrante de toda aquela parte de baixo, que apresentou todas as tonalidades de verde. Nessa parte, encontramos uma boiada no caminho, gado manso. Assim chegamos ao “Mirante das Areias”, de onde essa visão é esplêndida. Ali se tem 1.062 metros de altitude.  Contemplamos, bem ao fundo, a “Estância Morada da Serra”, que está a 680 metros de altitude, aonde chegaríamos para o almoço. Vimos, à esquerda, quase ao final da “Serra de Monte Santo” a cidade de Monte Santo de Minas. Localizamos o vale do rio Areias, divisor dos estados de Minas e São Paulo. Bem mais ao fundo, as terras altas de Minas Gerais. Um pouco mais à direita o distrito de Milagres, pertencente a Monte Santo e, logo do lado de cá do rio Areias, bem em frente, o distrito de São Benedito das Areias, pertencente à Mococa. Voltando à estrada, passamos por uma fazenda, onde tiramos fotos defronte à sua capelinha e, logo à frente, atingimos o asfalto que liga Cássia dos Coqueiros a São Benedito das Areias, distrito de Mococa. Descemos por esse asfalto aproximadamente 500 metros até que derivamos à direita, pegando a estrada de terra que demanda à desativada indústria engarrafadora de água mineral. Caminhamos sob mangueiras carregadas de frutos. Da última vez que estivemos nessa engarrafadora (em 06 de junho de 2.009) ela já estava desativada e completamente abandonada. Desta vez, vimos que foi construída uma casa de zelador e que estão procedendo a uma reforma para que ela, talvez no ano que vem, possa ser reativada. Nela foi feito um grande investimento no local da captação de água (mina) e em depósitos de aço inoxidável, que certamente não podem ser desprezados. Nesse local, além de um dos grupos precursores, nos esperava o irmão da Josefina, Emílio Cetrulo, que nos guiaria até a Estância Morada da Serra, que ficava ainda mais embaixo. Desta forma, Emílio nos conduziu no meio de um capinzal, em caminho demarcado por gado vacum e, ainda por cima numa ribanceira, que nos obrigou a caminhar com desdobrado cuidado e ainda atravessar duas cercas. E pensar que alguns de nós jamais tínhamos “pulados uma cerca”! . Mas foi muito bom, pois passamos por diversas mangueiras que estavam carregadas com frutos maduros. Pena que não podíamos carregar aquelas deliciosas mangas.  Ao que se sabe, o grupo precursor chegou na “Morada da Serra” por volta das 12 horas. A estância em questão está situada ainda no município de Cássia dos Coqueiros, naquela parte que é denominada “Bairro das Areias” ou “Embaixo da Serra”. Parte do grupo do “barranco” chegou ali por volta das 13,15 horas. Outra parte desse grupo,ou sejam o Zeca, a Olga, o Juvenal, a Helena(de S.Paulo) e o Brizolla, chegou por volta das 13,45 horas. Sobre a quantidade de quilômetros percorridos, chegamos à conclusão que o grupo precursor, que desceu da mina d´água por outro caminho, percorreu 21 Kms. Os demais que seguiram a orientação e a trilha indicada por Emílio Cetrulo, percorreram cerca de 19 quilômetros.

A propósito, desta vez o “destaque do dia” foi o casal Ilda e Rovilço Paiva e Silva. Como já acentuado, depois da mina d´água, tivemos que descer até o sítio Morada da Serra por uma “ribanceira”, a qual foi vencida com galhardia por esse casal maravilhoso e bastante assíduo em nossas caminhadas. Parabéns, Ilda e Rovilço.

Parabéns igualmente demos que dar à Célia Palma Mora, esposa do Ovídio, que se encontra totalmente recuperada da fratura que teve no início do ano e tem caminhado com muita galhardia. Ela e o Ovídio estão em intenso treinamento para percorrerem o “Caminho de Santiago de Compostela”.   Fuerza, Célia!!!

 

FILMAGENS DA EPTV CENTRAL: Dias antes, o Verri havia sido contatado pela editora da EPTV Central, de São Carlos, Paula Zigante, a qual vira uma informação sobre os “peregrinosrp” no site do “Caminho da Fé”, bem como o nosso Blog e, em razão disso, queria fazer uma reportagem com o nosso grupo. Avisada de que haveria esta caminhada em Cássia dos Coqueiros, enviou uma equipe composta por Alessandra Kuba , repórter, Josinaldo Rodrigues, repórter cinematográfico,  e Janesi Rigo,  auxiliar técnico,para nos acompanhar. Assim fomos filmados e entrevistados desde o embarque, em Ribeirão Preto, até a chegada a Cássia dos Coqueiros e, dali, até o Mirante das Areias, quando, então,  a equipe retornou à base, não obstante os nossos insistentes apelos para que almoçassem conosco. Ao que parece, a reportagem será transmitida pelas 04 ( quatro) emissoras da EPTV, ou seja, Campinas, Ribeirão Preto, São Carlos e Sul de Minas, neste próximo mês de dezembro. Por conseguinte, queremos agradecer essa prestigiada empresa de televisão por essa “colher de chá”. Uau!!!!

ALMOÇO: A convite da Josefina, chegamos para o almoço na ESTÃNCIA MORADA DA SERRA. Já cantamos em prosa e verso a beleza desta propriedade. É uma pintura. Uma sede magnífica, cercada por uma ampla varanda, tendo uma bela piscina, a capelinha, a casa dos hóspedes, as residências dos funcionários, o estábulo, os lagos, as nascentes, os pastos devidamente cuidados. Tudo em cima. A propósito, a comida estava muito saborosa, preparada com muito capricho, sob a supervisão de D. Emiliana. Mas toda a família Cetrulo colaborou com seu trabalho para que tudo corresse bem. Assim, temos que louvar a dedicação do Sr. Mário, da Josefina, dos casais Marilda/Emílio, Maria Felícia/Sebastião, Helena/Acácio, dos sobrinhos da Josefina,Daniel e Marina ( a dedicada caixa) e as auxiliares Gisele e Alexandra ( aproveitou para vender os seus panos de prato) . Mas vamos ao cardápio: Salada de frios( batata, salsicha, azeitona, pepino,etc);Salada de alface/tomatinho e couve e maionese. Pratos quentes: Arroz, feijão, farofa, lingüiça em rodelinhas, pernil e coxa/sobrecoxa de frango assados.  Sobremesa: doce de mamão, ambrosia e torta de banana. À parte, tivemos cervejas e refigerantes, tendo o Emílio, de aperitivo, servido uma “branquinha” muito boa!

DADOS – Cássia dos Coqueiros localiza-se a uma latitude 21º16’58″ sul e a uma longitude 47º10’11″ oeste, estando, a cidade,  a uma altitude de 890 metros. Apresenta um relevo acidentado, uma vez que está localizado entre as serras do Barão de Monte Santo, do Cubatão e das Areias.

Até 1.959, foi distrito de Cajuru. Em1899, pela lei n.680, denominava Santa Rita de Cássia dos Coqueiros; Em 1.938, passou a denominar simplesmente Distrito de Cássia dos Coqueiros, ainda pertencente a Cajuru.

Através da lei estadual n. 5285, de 18 de fevereiro de 1.959, foi elevado à categoria de município com a denominação de Cássia dos Coqueiros, desmembrado de Cajuru.

Limita-se, ao sul, com Mococa; à oeste, com Cajuru; ao norte, com Santo Antonio da Alegria e, à leste, com Monte Santo de Minas-MG.

HISTÓRIA DE CÁSSIA DOS COQUEIROSFoi em 1830 que um garimpeiro, vindo do garimpo de Jacui-MG, passando pela  freguesia de São Francisco de Monte Santo, acabou chegando nas terras do local  hoje denominado Alto da Delícia e,  encantando-se  com o local coberto de matas, água abundante e uma topografia que permitia avistar toda a região, decidiu ficar. Solicitou sesmaria ao Governo Imperial. Nascia a Sesmaria da Delícia. Parte das terras foi vendida para os Lopes e Siqueira. As duas famílias é que começaram a povoar a região. O nome composto, Cássia dos Coqueiros, tem uma explicação. Cássia é uma homenagem à cidade italiana homônima e Coqueiros devido à abundancia da espécie na região. Com cerca de 2.950 habitantes, Cássia é um dos municípios com menor área de urbanização da região de Ribeirão Preto, apenas 0,37 km². Do total, pouco mais de 1.200 moram na zona rural.

A densidade demográfica é de 15,04 habitantes por km². Três escolas atendem do maternal ao ensino médio. A infra-estrutura é considerada boa, com 100% da água tratada e esgoto recolhido e tratado. Todas as ruas são asfaltadas. As estradas vicinais também. Na área da saúde, Cássia possui um único posto de atendimento que é de responsabilidade da Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto. Um trabalho que começou na década de 60, para a pesquisa sobre o Mal de Chagas e garante aos alunos do 6ºano da faculdade um estágio com contato direto com os pacientes, para conhecer a real demanda da assistência médica. O que não é resolvido na cidade é encaminhado ao HC de Ribeirão Preto, há 70 quilômetros de distância. Cortada por rios e rodeada de matas nativas, as cachoeiras e o mirante são seus maiores atrativos. São cerca de 20 cachoeiras, 13 com boa queda d’água e poço para nadar. A maioria fica em propriedades particulares, afastadas da zona urbana. A mais fácil de encontrar está a cerca de 200 metros da praça central da cidade, onde ao lado está sendo construído um centro de lazer para os habitantes e um ginásio de esportes. Para chegar às outras cachoeiras é só perguntar na praça. Todos conhecem os caminhos. A mais famosa é do Itambé, com 86 metros de queda livre.

Outro destaque, o Mirante da Serra das Areias, que proporciona visão de sete cidades vizinhas dos estados de São Paulo e Minas Gerais. Local excelente para vôo livre. As caminhadas ecológicas são também uma boa pedida. A maioria dos visitantes passa apenas o dia na cidade. A infra-estrutura local ainda é insuficiente. São três campings e duas pousadas, sendo que uma delas poderia facilmente entrar para o “roteiro do charme”. O casarão, que lembra um mosteiro espanhol, está localizado em meio a 35 mil metros quadrados de Mata Atlântica primária, e se debruça sobre um rio caudaloso, com corredeiras, piscinas naturais e cachoeira de 8 metros de altura. Cássia dos Coqueiros é um lugar para se conhecer.

O RETORNO A RIBEIRÃO PRETO: Chegamos a Ribeirão Preto-SP ,  no retorno, às 18,05 horas. Tínhamos deixado o “Sítio Morada da Serra” por volta das 16 horas. Pegamos uma forte chuva na altura de Serra Azul e o motorista foi bastante cuidadoso, imprimindo uma velocidade menor no coletivo.

PRESTAÇÃO DE CONTAS:

Receita

Passageiros do ônibus  ( 25 X 40,00  )                                                     R$  1.000,00

Não foi cobrado o transporte de José Carlos Moreira

TOTAL R$  1.000,00

Despesa:

ÔNIBUS  ( 224 Kms  X R$ 2,50 )                                                           R$      560,00

Almoço do motorista                                                                                R$        15,00

Pagamento do José Carlos Moreira ( Zeca)                                              R$      200,00

Despesas água e gelo                                                                                R$        20,00

Complemento.pagto almoço                                                                     R$        65,00

Aquisição de água em copos                                                                    R$         45,00

Telefonemas e outros                                                                               R$         20,00

Pgto. ½ Mensalidade elaboração do Blog ( Ismael Colosi)                     R$         50,00

TOTAL DESPESAS                                                                             R$        975,60

SALDO POSITIVO ( R$ 1.000,00  -   R$  975,60 )                         R$            24,40

Feita a arrecadação e deduzidas as despesas, o saldo financeiro desta viagem foi positivo no valor de R$ 24,40.

SALDO DO CAIXA DOS PEREGRINOSRP EM 21 de novembro/2010 = R$ R$ R$ 3.024,45+R$ 24,40 = R$ 3.048,85 (TRÊS MIL E QUARENTA E OITO REAIS E OITENTA  E CINCO  CENTAVOS), depositados na conta de José Carlos Moreira ( Zeca).

AGRADECIMENTOS ESPECIAIS: Sensibilizados, agradecemos a acolhida dos

CETRULO, ainda mais uma vez, em sua paradisíaca propriedade rural.

ACHADOS E PERDIDOS: Apareceram os proprietários do “moleton” ( Heloísa Zeoti) e da camisa quadriculada ( Juan Rocha). Desta última viagem a Cássia dos Coqueiras “sobraram” no ônibus um cajado de bambu fino e um chapéu verde limão, com a inscrição “Telefonica”, Favor contatar o Verri.

BLOG DOS PEREGRINOSRP: Já está na WEB. O endereço é http://peregrinosrp.wordpress.com Prestem atenção que são várias páginas. Ao final de cada página tem o registro “Post mais antigos” , clique e se apresentará outra página. Vá clicando até não aparecer mais o registro. No blog, teremos o convite para a próxima caminhada, os relatórios e as fotos das caminhadas já realizadas.

NOSSA PRÓXIMA CAMINHADA: No  dia 04 de dezembro. Iremos de Cravinhos à Fazenda Visconde, em Serra Azul, passando pelo Engenho do Acácio Vetrano ( que produz uma famosa caninha), onde nos será oferecido um lanche. Em seguida, atravessaremos de barquinhos o rio Tamanduá. Na fazenda Visconde, que tem uma fantástica criação de aves exóticas e ornamentais, tais como perdizes, faisões, pavões, etc., teremos o almoço e, em seguida, quando estivermos todos juntos, faremos uma visita guiada pelos criatórios e demais instalações daquela aprazível propriedade rural.

MAIORES INFORMAÇÕES SERÃO DADAS NO DECORRER DAQUELA  SEMANA

CALENDÁRIO PARA O SEGUNDO SEMESTRE/2010 _ Para possibilitar aos companheiros que se programem para o segundo semestre, apresentamos as datas das próximas caminhadas:

DEZEMBRO: 04 ( quatro)        e             18 ( dezoito )

Oportunamente, serão divulgadas outras informações.

Autor:  Pero Vaz Que Caminha

 

 

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